Emicida

Blog/Novidades

6 dias atrás

 

(carta do Anonymous para a Otan, via caderno link, Estadão)

 

“Em uma recente publicação, vocês destacaram o Anonymous como ameaça ao ‘governo e ao povo’. Vocês também alegaram que sigilo é ‘um mal necessário’ e que transparência nem sempre é o caminho certo a seguir.

O Anonymous gostaria de lembrá-los que o governo e o povo são, ao contrário do que dizem os supostos fundamentos da ‘democracia’, entidades distintas com objetivos e desejos conflitantes, às vezes. A posição do Anonymous é a de que, quando há um conflito de interesses entre o governo e as pessoas, é a vontade do povo que deve prevalecer.  A única ameaça que a transparência oferece aos governos é a ameaça da capacidade de os governos agirem de uma forma que as pessoas discordariam, sem ter que arcar com as consequências democráticas e a responsabilização por tal comportamento.

Seu próprio relatório cita um perfeito exemplo disso, o ataque do Anonymous à HBGary (empresa de tecnologia ligada ao governo norte-americano). Se a HBGary estava agindo em nome da segurança ou do ganho militar é irrelevante – suas ações foram ilegais e moralmente repreensíveis. O Anonymous não aceita que o governo e/ou  os militares tenham o direito de estar acima da lei e de usar o falso clichê da ‘segurança nacional’ para justificar atividades ilegais e enganosas. Se o governo deve quebrar as leis, ele deve também estar disposto a aceitar as consequências democráticas disso nas urnas. Nós não aceitamos o atual status quo em que um governo pode contar uma história para o povo e outra em particular. Desonestidade e sigilo comprometem completamente o conceito de auto governo. Como as pessoas podem julgar em quem votar se elas não estiverem completamente conscientes de quais políticas os políticos estão realmente seguindo?

Quando um governo é eleito, ele se diz ‘representante’ da nação que governa. Isso significa, essencialmente, que as ações de um governo não são as ações das pessoas do governo, mas que são ações tomadas em nome de cada cidadão daquele país. É inaceitável uma situação em que as pessoas estão, em muitos casos, totalmente não cientes do que está sendo dito e feito em seu nome – por trás de portas fechadas.

Anonymous e Wikileaks são entidades distintas. As ações do Anonymous não tiveram ajuda nem foram requisitadas pelo WikiLeaks. No entanto, Anonymous e WikiLeaks compartilham um atributo comum: eles não são uma ameaça a organização alguma – a menos que tal organização esteja fazendo alguma coisa errada e tentando fugir dela.

Nós não desejamos ameaçar o jeito de viver de ninguém. Nós não desejamos ditar nada a ninguém. Nós não desejamos aterrorizar qualquer nação.

Nós apenas queremos tirar o poder investido e dá-lo de volta ao povo – que, em uma democracia, nunca deveria ter perdido isso, em primeiro lugar.

O governo faz a lei. Isso não dá a eles o direito de violá-las. Se o governo não estava fazendo nada clandestinamente ou ilegal, não haveria nada ‘embaraçoso’ sobre as revelações do WikiLeaks, nem deveria haver um escândalo vindo da HBGary. Os escândalos resultantes não foram um resultado das revelações do Anonymous ou  do WikiLeaks, eles foram um resultado do conteúdo dessas revelações. E a responsabilidade pelo conteúdo deve recair somente na porta dos políticos que, como qualquer entidade corrupta, ingenuinamente acreditam que estão acima da lei e que não seriam pegos.

Muitos comentários do governo e das empresas estão sendo dedicados a “como eles podem evitar tais vazamentos no futuro”. Tais recomendações vão desde melhorar a segurança, até baixar os níveis de autorização de acesso a informações; desde de penas mais duras para os denunciantes, até a censura à imprensa.

Nossa mensagem é simples: não mintam para o povo e vocês não terão que se preocupar sobre suas mentiras serem expostas. Não façam acordos corruptos que vocês não terão que se preocupar sobre sua corrupção sendo desnudada. Não violem as regras e vocês não terão que se preocupar com os apuros que enfrentarão por causa disso.

Não tentem consertar suas duas caras escondendo uma delas. Em vez disso, tentem ter só um rosto – um honesto, aberto e democrático.

Vocês sabem que vocês não nos temem porque somos uma ameaça para a sociedade. Vocês nos temem porque nós somos uma ameaça à hierarquia estabelecida. O Anonymous vem provando nos últimos que uma hierarquia não é necessária para se atingir o progresso – talvez o que vocês realmente temam em nós seja a percepção de sua própria irrelevância em uma era em que a dependência em vocês foi superada. Seu verdadeiro terror não está em um coletivo de ativistas, mas no fato de que vocês e tudo aquilo que vocês defendem, pelas mudanças e pelo avanço da tecnologia, são, agora, necessidades excedentes.

Finalmente, não cometam o erro de desafiar o Anonymous. Não cometam o erro de acreditar que vocês podem cortar a cabeça de uma cobra decapitada. Se você corta uma cabeça da Hidra, dez outras cabeças irão crescer em seu lugar. Se você cortar um Anon, dez outros irão se juntar a nós  por pura raiva de vocês atropelarem que se coloca contra vocês.

Sua única chance de enfrentar o movimento que une todos nós é aceitá-lo. Esse não é mais o seu mundo. É nosso mundo – o mundo do povo.

Somos o Anonymous.

Somos uma legião.

Não perdoamos.

Não esquecemos.

Esperem por nós…”

 

(só faltou um "a rua é nóiz")

11 dias atrás

 

Dá uma "oiada" lá depois...

(capa de jornal ein? rs)

a rua é nóiz

11 dias atrás

 

Recebi este texto por email, achei bacana compartilhar aqui, não sei quem é o autor ( corrente é foda )

A corrida dos sapinhos

Era uma vez uma corrida de sapinhos. Eles tinham que subir uma grande torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles.

- Começou a competição. A multidão dizia: Não vão conseguir, não vão conseguir!

Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que continuava subindo. - E a multidão continuava a aclamar: Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir, e os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranqüilo, sem esforços.

Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele. 

Todos queriam saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era surdo.

Conclusão: Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem, não deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir. Seja surdo aos apelos negativos.

 

a rua é nóiz

14 dias atrás

Lembro-me quando nos mudamos para o [bairro do] Cachoeira. Foram anos até conseguir ter um terreno para construir nossa casa. Detalhe: já havíamos passado por diversas situações de luta por um cantinho pra morar, lembro-me vagamente - na época ainda era um bebê - do que acabou por dar origem a bairros como a parte de cima da Ataliba, Filhos da Terra, o Pombal do Jaçanã, entre outros. Lembro dos acampamentos, das noites sob a lona preta, entre as cordas, sonhando que era ali que moraríamos, daquele dia em diante. Lembro de passeatas para Brasília, na qual minha mãe tinha que nos deixar sozinhos em casa e ir “pro front”, junto a nossos companheiros que também não tinham onde morar. A luta sempre foi uma constante para nós.

Mesmo após anos, mudando para o Cachoeira, com poucos meses na nova moradia, recebemos uma ordem de despejo, uma notificação, que dizia que em 15 dias todas as casas estariam no chão. Imagine-se recebendo uma carta da prefeitura após anos batalhando para construir sua casa, dizendo que eles estão chegando em 15 dias para a demolição? Desespero total, reuniões na recém-formada Associação de Moradores, enfim: sem informações ou meios a recorrer, abandonamos o local e fomos morar de favor na casa da família do meu padrasto. Minha mãe temia por nossas vidas, pois existia uma história de que na última desapropriação próxima das Furnas, muitos anos atrás, uma casa foi demolida com uma moradora ainda dentro que faleceu no desabamento. Coisa que ninguém duvidava devido ao fato de conhecermos a brutalidade dos braços da prefeitura/governo que se aproximam do povo. 

Voltamos a morar no Cachoeira, todos os moradores voltaram, aos poucos, numa decisão unânime de lutar por seu lugar. Retornamos, vimos nossas casas demolidas, as refizemos com madeirite, ganhando a "cara" de favela. Água e luz irregulares, sem esgoto, e te falo: não acabou ali não. Foram inúmeras as vezes em que fizemos vigílias temendo que ateassem fogo ou roubassem nossos barracos, cordões humanos para que o mínimo de saneamento básico chegasse, pneus queimados parando a rodovia Fernão Dias contra a falta de segurança para os transeuntes que precisavam cruzá-la... Nada nunca foi noticiado, sofremos e lutamos em silêncio e, sempre, dali em diante passei a pensar em quantas famílias viviam as mesmas situações…

Hoje, vi a  fotografia dos moradores de uma região conhecida como Pinheirinho, em São José dos Campos, São Paulo, e resolvi falar sobre isto, pois a história é cíclica, e ocorre em muitos cantos do nosso Brasil sem noticiamento algum e com desdobramentos mais violentos - vide as histórias recentes da criança indígena queimada por madeireiros, da marinha desrespeitando os quilombolas, veja o caso da Favela do Moinho em SP, incendiada criminalmente às vésperas do Natal, o projeto Nova Luz que visa desapropriar a região do centro para inserir nela “mais vida”. Estes são apenas alguns dos casos de maior repercussão midiática. Se formos estudar a fundo, realmente entramos no balanço da reforma agrária do ano que se passou e nos deparamos com outros inúmeros casos tristes de povos ribeirinhos/quilombolas/tradicionais que perdem suas comunidades em nome da especulação imobiliária, obras da Copa e tantos outros mega-projetos que tem ocorrido por aqui.

Senti orgulho de ver nossos irmãos no front e tristeza pela situação em si, que ainda muito se repetirá por nosso país. Meu desejo com este texto e com estas palavras, é enviar-lhes força, pois partilhamos do mesmo sonho, um Brasil sem desigualdade social, onde não exista tanta terra na mão de tão pouca gente, um país onde os mais pobres não tenham que pagar com o que não tem, pelas ideias bilionárias de quem pouco se importa com quantas vidas serão destruídas pela construção dos alicerces de seus edifícios. E ainda chamam isto de progresso! Na verdade até é: o termo progresso possui uma conotação ambígua, o que nos resta é lutar para que o termo possa ser empregado mais vezes com um sentido positivo.

Esta semana, coincidentemente, recebi o email de um companheiro do MST que me enviou a letra de “Num É Só Ver”, dizendo como esta letra trabalhava o tema com perfeição. Sincronicidade é foda! Nossos corações estão ligados a um mesmo sonho, a uma mesma luta, é involuntário que nossas poesias sejam um espelho disto.

Muito amor e todo apoio ao povo do Pinheirinho.

A rua é nóiz.

Emicida


Num é só ver

(Rael da Rima/ Emicida)

"Empresários perdem milhões
Pobres acham, devolvem
Barões matam nações
Que se refazem, se movem
Manipulam informações
Fodem!
Grandes populações
Que não se envolvem
Trancados em mansões
É, eles podem
Seguros das monções
Oh right, no problem
Epidemias, liquidações
Dormem pessoas simples nos barracões
Orem
Calam manifestações
Olhem
Por cifras, com vidas
Não estranhe que joguem
Atrás de notícias compradas
Se escondem
Sem dó tiram comida
De outro homem
Artistas fazem rir
Presidentes fazem chorar
Tiros são barulhentos
Mas não impedem de escutar
O canto dos que lutam pelo povo
Sempre vivo
Gente louca faz música
Gente séria explosivo".

17 dias atrás

Shock Maravilha

aproximadamente 1 mês atrás

boas festas!

 

são os votos da Laboratório Fantasma a todos!!

a rua é nóiz

aproximadamente 1 mês atrás

 

Compacto Petrobrás.

aproximadamente 1 mês atrás

Emicida

... Em março de 2012, o rapper Emicida vai deixar o microfone um pouco de lado para se dedicar às câmeras pela primeira vez.

O MC paulistano atuará em "Meu Tempo É Agora" (título provisório), longa de ficção sobre a história de amizade de Marcelo D2 e Skunk --fundadores do Planet Hemp-- quando ainda eram jovens camelôs no Rio... (Folha de São Paulo)

a rua é nóiz.

aproximadamente 1 mês atrás

Nota Sobre Cancelamento de Show em Pelotas 09/12/11
Porto Alegre, 10 de Dezembro de 2011.

Boa Tarde,

Venho através deste comunicado relatar o que houve na noite passada na DC Eventos, onde deveria ter acontecido um show do Emicida, caso todos cumprissem com suas responsabilidades contratuais.

O motivo do cancelamento do show por parte da produção do rapper, foi o desrespeito por parte dos contratantes e o não pagamento dos valores negociados em contrato com mais de 1 mês de antecedência. Cauê Santana, o organizador do evento agiu de má-fé ao certificar que tudo estava correto para que o evento acontecesse, adiando o pagamento até aproximadamente 5 da manhã, quando cansados de esperar e correr atrás de alguém honesto na produção do evento que explicasse o que estava acontecendo, a equipe da Laboratório Fantasma tomou a decisão de abandonar o local. Após desgastantes 40 minutos onde Cauê Santana disse que iria pagar em janeiro o que estava devendo - promessa feita a todos os artistas que ele orgulhosamente diz estar devendo -, a produção do rapper se manteve irredutível, uma vez que o acordado era que o restante fosse pago antes do show.

Neste momento, as portas que davam acesso ao estacionamento onde a van do artista estava, foram trancadas e alegaram que a chave havia “sumido”. Respeitosamente aliás, a única presença que respeitamos nesta noite foi a do público que mesmo aguardando horas a fio permaneceu junto ao palco para ver o show. Comunicamos que o show não aconteceria, que infelizmente uma vez que iríamos arcar com o prejuízo, não achávamos correto fazer esta apresentação. Mesmo desconfiando do contratante, por “n” motivos, fomos até Pelotas “com o pé atrás”, pois nosso desejo de realizar este show era, e ainda é, imenso. Infelizmente, nossas piores expectativas com relação ao contratante se confirmaram e ocorreu o “esperado”.

Após manifestações do dono da casa noturna (que até ontem dizia desconhecer o contrato e hoje fala como se conhecesse 100% do seu conteúdo), resolvemos nos manifestar também. Os fãs começaram a depredar a casa, uma vez que pagaram por algo que não estavam podendo usufruir. Vale RESSALTAR que o público se mostrou solidário ao acontecido com o Emicida e voltou sua ira ao contratante/casa noturna.

Quando a polícia chegou ao local - daquela forma que todos conhecemos: gritando e colocando o dedo na cara de todos e depois pedindo respeito quando as pessoas faziam o mesmo com eles. O próprio Emicida em uma tentativa de explicar a situação, foi empurrado pelos policiais que chegaram a erguer o cassetete dando a entender que a coisa poderia piorar. Um tal “Bruxinha” ainda tentou roubar os equipamentos da produção, dizendo que eles ficariam na casa para cobrir o  prejuízo.

Aproximadamente às seis da manhã, deixamos o local em nossa van e partimos para Gravataí, onde hoje temos um show que ocorre normalmente. Temos tudo acertado em contrato, que foi celebrado a mais de 30 dias atrás, podendo processar qualquer um que diga que faltamos com nossas responsabilidades. Não emitimos um boletim de ocorrência, por que, primeiro: quem nos levaria até a delegacia? Os mesmos que estavam nos mandando calar a boca e empurrando no camarim?  E segundo, todos sabemos que estas questões não se resolvem em 15 minutos em uma delegacia, corríamos o risco de perder os próximos compromissos o que iria prejudicar mais pessoas e também a nós mesmos.

Nossa única tristeza nesta noite, vem dos olhares do público que é o grande responsável por nossa existência e, infelizmente voltou pra casa sem ver o show que aguardaram o ano inteiro, por culpa da falta de caráter de alguns.

Clique aqui para ver a matéria em jornal local

Cláusulas Contratuais usadas neste tipo de negociação pela produção da Laboratório Fantasma:

DA FORMA DE PAGAMENTO
Cláusula 11ª. O pagamento da quantia referida no caput da Cláusula anterior deverá ser efetuada dentro dos prazos estabelecidos, em duas parcelas iguais e equivalentes no valor de (...) duas através de crédito na conta corrente da CONTRATADA primeira parcela no dia (...) a segunda no dia(...) sob pena de não ser realizado o evento.

DOS SERVIÇOS A SEREM PRESTADOS
Cláusula 2ª. O CONTRATADO se compromete a realizar sua apresentação artística em, aproximadamente 1h , desde que suba no palco as 2:00 (duas) horas da manhã sob pena de não ser realizado o evento.

DA RESPONSABILIDADE DO CONTRATANTE
Cláusula 3ª. Fica obrigado o CONTRATANTE a fornecer total estrutura do evento, com todas as condições técnicas de segurança, a fim de restar salvaguardada a integridade física do artista, bem como a do público em geral.

Cláusula referente a recisão (talvez seja importante pra ilustrar que tudo poderia ter sido evitado com prévia comunicação):

DA RESCISÃO CONTRATUAL
Cláusula 12ª. O presente contrato poderá ser rescindido unilateralmente por qualquer uma das partes, desde que haja comunicação formal por escrito justificando o motivo. Deverá acontecer, além disso, até 30 (trinta) dias corridos, antes da data prevista para o evento.

Atenciosamente
Equipe Laboratório Fantasma

2 meses atrás

Dando continuidade à série de trabalhos de divulgação do EP Doozicabraba e a Revolução Silenciosa, programamos para hoje o lançamento do clipe da faixa “Sorrisos e Lágrimas”. A estreia oficial acontece hoje às 20h30, no programa MTV na Brasa, comandado pelo VJ China. Esse será o último clipe de Emicida neste ano.

A Faixa

A inspiração do rapper para compor o som foi tirada do filme “Dia de Treinamento”, Segundo o próprio Emicida:

“No momento final do filme, um ator diz para o outro que a única coisa que a gente tem na vida são sorrisos e lágrimas”. Isso ficou bem guardado, e quando fui produzir o EP em nova York, fui escrevendo essa letra no caminho. Concluí ela no dia da gravação, e, como o Rael da Rima estava lá com a gente e também se identificou com o som, convidei ele para participar, pois ele acrescentaria demais na música com sua voz”.

A faixa entrou como bônus do EP e só tem acesso à música (com boa qualidade) quem compra o CD físico.

O Clipe

Emicida aproveitou sua participação no Festival Coachella na Califórnia, em abril deste ano, e deu um “pulinho” em Nova York para gravar o EP com Ksalaam e Beatnick. Foi daí que surgiu o convite da diretora Gandja Monteiro para aproveitar a passagem do MC pela cidade e registrar o momento com um novo clipe. Alguns takes foram feitos em Manhattan e outros no Brooklin.

Assista agora o videoclipe em Primeira Mão:

Música: Sorrisos de Lágrimas
Letra: Emicida
Part: Rael da Rima
Produção: Beatnick e Ksalaam
Album: Doozicabraba e a Revolução Silenciosa Julho|2011

Direção e produção: Gandja Monteiro
Assistente de direção: Juliana Leandra
Fotografia, montagem e motion graphics: Bruno Toré
2nd camera: Gandja Monteiro
Colorista: Kate Izor

Musica produzida por: Beatnick & K-Salaam
Video produzido por: 6&B Films
Agradecimentos: Rudah Ribeiro e Mike Kurtz

a rua é noiz